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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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UNIVERSIDADE DE COIMBRA REDUZ DESPERDÍCIO ALIMENTAR PARA METADE

Mäyjo, 06.02.16

 

 
desperdicio_SAPO

Em Abril de 2015, as cantinas da Universidade de Coimbra (UC) registavam oito toneladas de resíduos alimentares por mês. Menos de um ano depois, fruto da campanha Menos é Igual a Mais, realizada pelos Serviços de Acção Social (SASUC), o desperdício baixou para metade, ou seja, passou de oito para quatro toneladas.

Na semana passada, os SASUC procederam a uma nova pesagem de desperdício alimentar, considerando todos os resíduos alimentares mantidos no prato após o final da refeição, e o resultado obtido demonstra um impacto bastante considerável no combate ao desperdício: a redução para metade.

“Os resultados agora conseguidos superaram as expectativas desta campanha de combate ao desperdício alimentar, já premiada com o Selo de Reconhecimento PRATØ – Boas Práticas de Prevenção do Desperdício Alimentar, atribuído pela Secretaria de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar à receita do Xiribitatatatá (folhado em forma de cesto, cujo recheio decorre de aproveitamento/sobras de pratos de carne, de peixe ou vegetariano)”, avança a universidade em comunicado.

A campanha Menos é Igual a Mais incluiu a sensibilização da comunidade universitária e o respectivo envolvimento na partilha de sugestões e práticas a adoptar neste contexto, bem como uma intensa fase de preparação e reflexão dos trabalhadores da Divisão de Alimentação dos SASUC.

Foram também adoptados novos comportamentos na confecção das ementas, com novidades lançadas mensalmente. A última, lançada em Janeiro, prende-se com a adopção de uma sugestão da comunidade universitária: ilha de saladas na Cantina do Polo II.

“O sucesso da iniciativa traduziu-se também no esforço colectivo da Comunidade UC, contribuindo com sugestões de boas práticas para a diminuição do desperdício, na adesão da comunidade universitária ao doseamento dos seus pratos, solicitando a quantidade certa às necessidades individuais e ainda no esforço dos trabalhadores dos SASUC na adopção de comportamentos mais sustentáveis”, concluiu a universidade.

Foto: U.S. Department of Agriculture / Creative Commons

 

Está a ver a população da Europa? O número de pessoas que não sabe ler é o mesmo

Mäyjo, 08.09.14

Dados revelados pela Unesco: em Portugal, cerca de 500 mil pessoas não sabem ler (número já conhecido dos Censos 2011), facto que nos coloca na posição 40 entre 157 países.

 

Apesar das melhorias significativas nas taxas de alfabetização a nível mundial, hoje ainda há 781 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever, entre as quais estão 126 milhões de jovens. As mulheres constituem dois terços da população analfabeta, de acordo com os dados publicados esta segunda-feira pelo Instituto de Estatística da UNESCO (UIS), por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização.

A melhoria da situação é evidenciada quando se compara as taxas de alfabetismo da população adulta (84,3% no total da população com mais de 15 anos) com as da população jovem (89,4% do total de jovens entre os 15 e os 24 anos). Em todos os países, conclui a UNESCO, a taxa de alfabetismo dos jovens supera a dos adultos, o que reflete um maior acesso à educação entre as gerações mais novas.

O que os dados também permitem concluir é que as sociedades mais alfabetizadas são mais ricas, visto confirmar-se uma correlação entre a taxa de alfabetização de um país e a sua riqueza nacional, medida pelo PIB per capita. Além disso, os dados evidenciam que quando aumenta a taxa de alfabetização, diminui a proporção de população a viver em situação de pobreza.

Quando se olha para Portugal, conclui-se que há meio milhão de analfabetos, de acordo com os dados dos Censos de 2011. Correspondem a 5% da população, com uma maior proporção do lado das mulheres (6,8% do total da população), do que dos homens (3,5%). A UNESCO coloca-nos na 40ª posição no total de 157 países, apontando para que 67,6% da população analfabeta em Portugal seja do sexo feminino. Em termos de alfabetização dos jovens, atingimos uma taxa de 99,4% - seis lugares abaixo da Espanha e dois acima da Grécia. 

 

 

Analfabetismo nos jovens

 

Assim como Portugal, mais de metade dos 200 países analisados tem uma taxa de alfabetismo igual ou superior a 95%. 

Dos 126 milhões de jovens analfabetos com idades entre os 15 e os 24 anos, cerca de nove em 10 vivem numa de duas regiões: Ásia Ocidental e do Sul ou África Subsariana. Se na Ásia Ocidental existem 62 milhões de jovens analfabetos - menos 31 milhões do que se registava em 1990 -, na região da África Subsariana há 49 milhões de jovens sem saber ler, mais 14 milhões do que havia em 1990, em parte devido ao crescimento da população na região.

O maior progresso deu-se nos países árabes e na Ásia Ocidental e do Sul, em grande parte devido ao aumento do número de mulheres a saber ler e escrever. Nos países árabes, a alfabetização aumentou 27% nas mulheres e 17% nos homens entre 1990 e 2012. Já em países como a Guiné, Níger, República Centro-Africana e Burkina Faso, menos de 40% dos jovens sabem ler e escrever. 

As diferenças entre os dois sexos, a nível mundial, têm vindo a diminuir quando se olha para a alfabetização da população jovem. Em 2012, 87% das raparigas tinham competências básicas de alfabetização, comparando com 92% dos homens - concluiu-se que três em cada cinco jovens analfabetos são mulheres.

"Quando os níveis de alfabetização das mulheres jovens estão persistentemente abaixo dos homens, isso evidencia uma verdadeira questão de direitos humanos, pois em alguns países é negado às raparigas o direito básico de acesso à educação devido ao seu género", sublinha a UNESCO.

A situação é considerada "alarmante" em países como o Níger (15% de taxa de alfabetismo para as mulheres), Guiné (22%), República Centro-Africana (27%), Benim (31%) ou Afeganistão (32%), entre outros. 

Entre os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (MDG), definidos em 2000, está precisamente a diminuição para metade da taxa de analfabetismo da população mundial, a atingir já no próximo ano. 



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/esta-a-ver-a-populacao-da-europa-o-numero-de-pessoas-que-nao-sabe-ler-e-o-mesmo=f888679#ixzz3CkT7yqEg

O que diz o nosso frigorífico sobre nós?

Mäyjo, 18.02.14

O que diz o nosso frigorífico sobre nós? (com FOTOS)

 

O que diz o nosso frigorífico sobre nós? (com FOTOS)

“Quanto mais tempo passava a ouvir as histórias das pessoas, mais pensava na comida que consumimos e os efeitos que esta tem em nós, enquanto indivíduos, e na nossa comunidade”, explicou Menjivar ao Splendid Table.

 

A primeira fotografia, curiosamente, foi a do seu próprio frigorífico – foi aí que a ideia começou a ganhar forma. “Abordei a ideia como um projecto de retratos, por isso convidei as pessoas nas quais estava interessado, por uma ou outra razão, a participar”, frisou. A maioria das pessoas não conhecia Mark, o que acabou por ajudar à “veracidade” do projecto.

 

“São retratos de ricos e pobres. Vegetarianos, republicanos, membros da NRA (National Rifle Association, uma associação norte-americana pró-armas), pessoas que foram deixadas prar trás, sonhadores”, continuou.

 

Os frigoríficos foram retratados de forma crua – o fotógrafo chegou à cozinha, abriu o frigoríficos e fotografou. Nenhum alimento foi colocado ou retirado.

 

Conheça algumas das histórias dos proprietários dos frigoríficos.

1.Frigorífico de um cozinheiro de Marathon, Texas, que, por alguma razão, tem uma cobra morta lá dentro.

 

2.Este frigorífico pertence a um distribuidor de publicidade de San Antonion, Texas, que vive com €310 (R$ 980) por mês.

 

3.Frigorífico de um antigo proprietário de um parque de diversões em Alpine, Texas, um ex-prisioneiro de guerra da Segunda Guerra Mundial.

 

4.O interior de um frigorífico de um empregado de bar que se deita às 8h e levanta às 16h está cheio de embalagens de comida de trazer para casa.

 

5.O frigorífico de um realizador de documentários de San Diego, na Califórnia, cujo trabalho ajudou a enviar milhões de euros para crianças desfavorecidas no Uganda.

 

6.O frigorífico deste carpinteiro/fotógrafo está cheio de carne de veado, morto numa propriedade da família, no Texas.

 

7.Este é o frigorífico de uma família de San Angelo, Texas, cujo pai é trabalhador de construção civil, a mãe é dona de casa e acorda todos os dias às 4h para fazer o pequeno-almoço para a família.

 

8.Este é o frigorífico de um botânico de Fort Wayne, que vive sozinho.

 

9.Frigorífico de uma artista de Brooklyn, Nova Iorque, proprietária de uma padaria vegan.

 

10.Uma professora de ciências do ensino básico tinha passado a consumir apenas produtos locais há uma semana quando a foto foi tirada.

 

in: Green Savers

Peluches da IKEA para campanha de Educação levanta € 10.100.000 para programas de educação para a UNICEF e a Save the Children

Mäyjo, 31.01.14

A UNICEF agradece aos clientes da IKEA e colegas de trabalho por suportar 11 milhões de crianças desde 2003

 

NOVA YORK, 30 de janeiro de 2014 - A campanha anual de Peluches IKEA para a Educação decorreu entre Novembro e Dezembro de 2013, nas as lojas IKEA em todo o mundo. Por cada brinquedo macio ou livro infantil comprado, 1 € será doado à UNICEF e Save the Children pela Fundação IKEA.

Desde o início da campanha anual, em 2003, a Fundação IKEA doou € 67 milhões, o que ajudou a melhorar as oportunidades educacionais de mais de 11 milhões de crianças em 46 países. As doações ajudam a UNICEF e a Save the Children a formar professores em métodos de ensino amigos da criança, a melhorar os sistemas de proteção à criança, fornecimento de materiais educativos, e aumentar as taxas de frequência escolar.

Graças à doação deste ano, a Fundação IKEA vai apoiar 19 projetos de UNICEF e da Save the Children,  em 18 países. A participação da UNICEF vai financiar as Escolas em África, iniciativa a desenvolver em oito países e as Escolas de iniciativa da Ásia, na China. 

Share Save the Children irá apoiar a educação para as crianças dos grupos mais marginalizados na Ásia e na Europa Oriental.

 

"A educação é a chave para desvendar um futuro melhor para todas as crianças, especialmente as mais vulneráveis ​​e excluídos. A UNICEF está grata pela sua forte parceria com a Fundação IKEA, assim como clientes e funcionários da IKEA, enquanto trabalhamos juntos para ajudar todas as crianças recebem a educação de qualidade que eles merecem ", disse Anthony Lake, Diretor Executivo do UNICEF.

"Este ano marca o 20º aniversário da nossa colaboração estratégica de longo prazo com a Fundação IKEA. É também o oitavo ano consecutivo que a Save the Children faz parte dos Peluches IKEA para campanha de Educação. Através do compromisso da Fundação IKEA em ajudar crianças vulneráveis a ter ​​acesso a uma educação de qualidade, as crianças de grupos minoritários e as crianças com deficiência, bem como suas famílias e comunidades, usufruem de todo o benefício do produto da campanha, para um futuro melhor e mais brilhante ", disse Elisabeth Dahlin, Secretário Geral da Save the Children - Suécia e Presidente Global da Agência para a Save the Children e colaboração da Fundação IKEA.

 

 

Nota aos editores:


Graças à doação de 2013, a Fundação IKEA vai apoiar 19 projetos da UNICEF e Save the Children, em 18 países. A participação da UNICEF vai ajudar a financiar os projetos da iniciativa "Escolas para África" em oito países (Angola, Etiópia, Madagáscar, Malawi, Moçambique, Ruanda, Serra Leoa e África do Sul) e um projeto como parte das Escolas para a iniciativa da Ásia, na China. Save the Children vai apoiar a educação para as crianças dos grupos mais marginalizados (as minorias e as crianças com deficiência) na Ásia (Bangladesh, Camboja, China, Indonésia, Mianmar, Filipinas e Vietname) e Europa (Lituânia, Roménia e Kosovo).

As doações vão ajudar a UNICEF e a Save the Children a formar professores em métodos de ensino amigos da criança, melhorar os sistemas de proteção à criança, fornecer materiais educativos nas escolas, ajudar a reconstruir escolas, proporcionar melhores instalações de água e sanitários, e aumentar as taxas de frequência escolar.

 

Moçambique:
Em Moçambique, graças à contribuição da Fundação IKEA de Peluches para fundos de campanha Educação, 55.000 crianças em 88 escolas foram atingidas com os cinco componentes da abordagem Escolas Amigas da Criança: educação, proteção, água, saneamento e higiene (WASH) , saúde e mobilização social. Crianças nessas escolas também receberam educação física e foram treinados em habilidades importantes da vida (consciência do HIV, a conscientização sobre as questões de género e prevenção da violência e do abuso sexual).

 

África do Sul:
Na África do Sul, com o apoio da Fundação IKEA, a UNICEF apoiou a implementação do programa-Amigo da Criança Segura e Cuidados Escolas (SCCFS) para 198 escolas não alcançados por programas de desenvolvimento fora do governo. Isso beneficiou 151 mil meninas e meninos e 3.400 educadores. Além disso, o apoio da IKEA Foundation já ajudou mais de 2.500 escolas inscritas numa escola liga esportiva para facilitar um programa participativo de todos os meninos e meninas, incluindo crianças com deficiência.

 

Etiópia:
Na Etiópia, o financiamento dos brinquedos de pelúcia para a campanha de Educação tem ajudado a aumentar a taxa de matrícula de crianças em grau 1 do ensino primário, que já atingiu 92%. A taxa bruta de matrícula para as escolas pré-primárias alcançado um aumento significativo de 15,9 pontos percentuais. Mais de um ano, passou de uma em cada 20 crianças para um em cada 5 crianças sendo matriculadas no ensino pré-primário. Uma tendência muito encorajador!

 

Roménia: 
Com o apoio da Fundação IKEA, Save the Children é executado um projeto na Roménia, que tem como objetivo reduzir a discriminação contra os dois grupos de crianças mais vulneráveis: crianças e crianças com problemas de saúde mental, Roma. Várias partes interessadas são direcionados, e os serviços de educação e saúde serão desenvolvidos para o benefício de crianças vulneráveis ​​e suas famílias. Alguns 18.000 crianças em idade escolar serão educadas na eliminação da discriminação e do estigma.

 

Indonésia:
Na Indonésia, muitas crianças com deficiência achar que seus direitos básicos são desconsiderados.Graças ao apoio da Fundação IKEA, Save the Children irá mobilizar as comunidades, as partes interessadas do governo, e outros para ajudar essas crianças a alcançar o seu direito de desfrutar de uma vida plena e decente. Save the Children vai conseguir isso através do aumento da capacidade das famílias de cuidar de seus filhos com deficiência e melhorar seu acesso à educação de alta qualidade.

 

Bangladesh:
Em Bangladesh há cerca de 7 milhões de crianças com deficiência que são extremamente vulneráveis ​​à violência e exploração. Graças ao apoio da Fundação IKEA, Save the Children é capaz de dar 4.400 meninos e meninas com deficiência em três distritos de Bangladesh melhorou bem-estar físico e mental através de uma melhor proteção. O projeto trabalha com seus cuidadores, comunidades, autoridades escolares e crianças com deficiência em si.

 

in: http://www.unicef.org/media/media_71845.html

Discurso de Malala na ONU

Mäyjo, 22.01.14

Malala, a menina paquistanesa que desafiou os radicais islâmicos do Talibã por querer estudar, quase pagando com a vida por isso, se tornou símbolo da luta pela liberdade e pelos direitos da mulher.

 

Vê o discurso de Malala nas Nações Unidas, no dia 12 de julho de 2013 (Legendado em Português - BR).